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Brasil perde 94,7 mil empregos com carteira em julho

No acumulado do ano, o saldo de postos fechados é de 623,5 mil, o pior resultado para o período desde 2002 O País perdeu 94.724 vagas formais de emprego em julho deste ano, informou nesta quinta-feira, 25, o Ministério do Trabalho. No acumulado do ano, o saldo de postos fechados é de 623.520 pela série…

Brasil perde 94,7 mil empregos com carteira em julho
No acumulado do ano, o saldo de postos fechados é de 623,5 mil, o pior resultado para o período desde 2002

O País perdeu 94.724 vagas formais de emprego em julho deste ano, informou nesta quinta-feira, 25, o Ministério do Trabalho. No acumulado do ano, o saldo de postos fechados é de 623.520 pela série com ajuste, ou seja, incluindo informações passadas pelas empresas fora do prazo. Este é o pior resultado para o período desde o início da série, em 2002.
O setor de serviços foi o maior responsável pelo fechamento de vagas formais no mês de julho. Ao todo, foram extintos 40.140 postos na atividade só no mês passado.

País perdeu 94.724 vagas formais de emprego em julho.
País perdeu 94.724 vagas formais de emprego em julho.

Na sequência figurou a construção civil, com o encerramento de 27.718 vagas com carteira assinada em julho. Também foram responsáveis pelas demissões líquidas o comércio (-16.286 postos), a indústria de transformação (-13.298 vagas), a indústria extrativa mineral (-1.181 postos) e os serviços industriais de utilidade pública (-591 postos).
O resultado do Caged em julho só não foi pior porque a agricultura abriu 4.253 vagas, enquanto a administração pública criou 237 novos postos.

Recuperação.

Em nota à imprensa, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou que a desaceleração no ritmo de fechamento de postos reflete uma “recuperação gradual da economia”. Em julho do ano passado, o Caged apontou demissão líquida de 157.905.
“Estamos perdendo menos vagas e a tendência para os próximos meses é que essa desaceleração continue e possamos gerar vagas no segundo semestre”, avaliou o ministro.

Fonte – Licio Melo – Ministério do Trabalho – Oesp

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