Suzano nos Estados Unidos conecta fábricas americanas, porto e celulose brasileira

Suzano nos Estados Unidos: Aquisição de ativos industriais, produção local de papelcartão e um novo hub portuário-ferroviário na Louisiana mostram como a Suzano amplia sua plataforma nos Estados Unidos sem abrir mão da competitividade da celulose produzida no Brasil. Internacionalização industrial nos EUA – Em menos de dois anos, a Suzano passou de uma presença…

Suzano conecta fábricas americanas, porto e celulose brasileira-BVMI-USA-Agosto-2026

Suzano nos Estados Unidos: Aquisição de ativos industriais, produção local de papelcartão e um novo hub portuário-ferroviário na Louisiana mostram como a Suzano amplia sua plataforma nos Estados Unidos sem abrir mão da competitividade da celulose produzida no Brasil.

Internacionalização industrial nos EUA – Em menos de dois anos, a Suzano passou de uma presença norte-americana concentrada principalmente no fornecimento de celulose para uma estrutura que também inclui ativos industriais nos Estados Unidos e uma nova operação portuária e ferroviária na Costa do Golfo.

Em outubro de 2024, a companhia concluiu a aquisição de ativos da Pactiv Evergreen em Pine Bluff, no Arkansas, e Waynesville, na Carolina do Norte. Juntos, eles adicionaram aproximadamente 420 mil toneladas anuais de capacidade integrada de papelcartão e colocaram a empresa brasileira diretamente no mercado norte-americano de embalagens para líquidos e aplicações de food service.

Em 2026, outro movimento ampliou essa presença. A Suzano escolheu o Avondale Global Gateway, na Louisiana, como um dos terminais de sua plataforma logística na região central da Costa do Golfo. Pelo acordo de cinco anos, cargas de celulose produzida no Brasil chegam por navio ao terminal e seguem principalmente por ferrovia para diferentes destinos na América do Norte.

Os dois movimentos não constituem, necessariamente, uma única cadeia física. Não há confirmação pública de que a celulose desembarcada em Avondale abasteça diretamente Pine Bluff ou Waynesville.

O que eles revelam, em conjunto, é algo mais amplo: a formação de uma plataforma norte-americana na qual M&A, manufatura local, comércio internacional e infraestrutura logística passam a coexistir dentro da estratégia de expansão da Suzano.

De fornecedora de celulose a fabricante local nos Estados Unidos

A Suzano atua no mercado norte-americano há mais de quatro décadas e se apresenta como a maior fornecedora de celulose de fibra curta da região. Antes da aquisição dos ativos industriais, sua estrutura na América do Norte já incluía escritório em Fort Lauderdale, na Flórida, e um centro de tecnologia próximo a Vancouver, no Canadá.

A compra das operações da Pactiv Evergreen representou uma mudança de escala e de natureza.

Em vez de participar do mercado apenas como fornecedora de matéria-prima, a empresa passou a produzir papelcartão dentro dos Estados Unidos.

A transação foi anunciada inicialmente por US$ 110 milhões, sujeita aos ajustes usuais de fechamento. Documentos posteriores da companhia indicam que a operação foi liquidada por aproximadamente US$ 80 milhões.

Essa diferença é importante para a leitura da operação: o valor de US$ 110 milhões corresponde ao acordo originalmente divulgado, enquanto os US$ 80 milhões refletem o valor efetivamente desembolsado após os ajustes previstos na transação.

Pine Bluff concentra a produção industrial

A operação de Pine Bluff, no Arkansas, é uma fábrica integrada de papelcartão.

Segundo documentos apresentados pela Suzano à Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos, a unidade produz papelcartão revestido e não revestido utilizado principalmente em aplicações de Liquid Packaging Board e Cupstock.

A página corporativa atual da Suzano identifica Pine Bluff como unidade de fabricação de papéis para embalagens e lista produtos como Bluecup Max e a família Freshcore.

O ativo ganha relevância porque coloca a companhia diretamente dentro de uma cadeia de transformação instalada nos Estados Unidos, atendendo aplicações associadas a embalagens de bebidas, alimentos e copos de papel.

Suzano nos Estados Unidos conecta fábricas americanas, porto e celulose brasileira

Waynesville complementa a cadeia de conversão

Já Waynesville, na Carolina do Norte, desempenha função diferente.

Embora a aquisição tenha sido divulgada inicialmente como envolvendo duas fábricas, documentos regulatórios posteriores detalham Waynesville como uma instalação de extrusão e conversão, complementar à produção realizada em Pine Bluff.

Essa distinção ajuda a compreender a lógica industrial da operação: os dois ativos formam uma cadeia integrada, mas não executam exatamente as mesmas etapas produtivas.

AtivoFunção dentro da plataformaLocalização
Pine BluffFabricação integrada de papelcartãoArkansas
WaynesvilleExtrusão e conversãoCarolina do Norte
Avondale Global GatewayRecebimento, armazenagem e distribuição multimodal de celuloseLouisiana

O M&A trouxe também uma ponte comercial

Outro elemento relevante da aquisição foi estruturado fora das fábricas.

Suzano e Pactiv Evergreen firmaram um acordo de fornecimento de longo prazo pelo qual a companhia brasileira continuaria fornecendo produtos fabricados nos ativos adquiridos para operações de conversão da antiga proprietária.

Documentos corporativos da Suzano informam que a Pactiv passou, assim, a ser um cliente relevante da nova operação norte-americana.

Para uma aquisição industrial, esse desenho tem importância adicional.

Além da transferência dos ativos físicos, parte da relação comercial anterior permaneceu conectada às unidades. Isso reduz a ruptura imediata entre produção e mercado consumidor e cria uma base de demanda enquanto a nova proprietária desenvolve sua própria estratégia comercial.

A aquisição também oferecia características industriais consideradas favoráveis pela Suzano: disponibilidade regional de madeira, custos competitivos de madeira e energia e acesso a ferrovias, portos e rodovias.

O vice-presidente executivo de Papel e Embalagens da Suzano, Fabio Almeida, afirmou no fechamento da operação que a companhia pretendia “aumentar a escala de nossas operações para atender à crescente demanda global por embalagens de papel”.

Avondale adiciona uma segunda dimensão à estratégia

Se Pine Bluff e Waynesville representam manufatura local, Avondale representa infraestrutura de distribuição para um produto produzido no Brasil.

Em abril de 2026, a Suzano e o Avondale Global Gateway anunciaram um contrato de serviços de terminal com duração de cinco anos.

O local foi escolhido depois de aproximadamente dois anos de avaliação, segundo as empresas, considerando fatores como eficiência logística, infraestrutura disponível e possibilidade de expansão no longo prazo.

O acordo também marcou o retorno das importações regulares de celulose pela Louisiana depois de mais de três décadas.

A carga chega aos Estados Unidos por via marítima e, depois do desembarque e armazenagem, pode ser encaminhada por ferrovia para diferentes destinos na América do Norte.

Um antigo estaleiro transformado em hub logístico

O Avondale Global Gateway ocupa parte de uma área que anteriormente abrigava o estaleiro Avondale.

Desde a aquisição do local pela T. Parker Host, em 2018, o complexo vem sendo convertido em uma plataforma industrial e logística multimodal.

Segundo a Suzano, o terreno possui aproximadamente 275 acres e já reunia mais de 600 trabalhadores vinculados a operações, empresas instaladas e projetos em execução quando a nova operação foi anunciada.

O próprio terminal informa que já foram investidos aproximadamente US$ 150 milhões no desenvolvimento do local, considerando o conjunto de sua transformação — valor que não deve ser atribuído à operação da Suzano.

Armazém foi adaptado para a celulose

A chegada da Suzano exigiu modificações específicas na infraestrutura.

O Avondale Global Gateway reformou aproximadamente 22,8 mil metros quadrados de área de armazenagem.

Entre as intervenções divulgadas estão:

  • novo piso de concreto;
  • cinco portas cobertas para carregamento ferroviário;
  • novas plataformas de carregamento;
  • estruturas adequadas à movimentação da carga;
  • sistema a laser de detecção e supressão de incêndio.

Segundo a comunicação oficial, essas adaptações foram realizadas especificamente para atender às exigências operacionais da movimentação de celulose da Suzano.

Mais do que simplesmente contratar espaço em um porto existente, a operação exigiu a adaptação de parte do terminal à natureza física, ao armazenamento e ao transbordo da carga.

Ferrovia de US$ 13 milhões amplia capacidade logística

Paralelamente às melhorias no armazém, o terminal iniciou uma expansão ferroviária de US$ 13 milhões.

Parte do projeto recebeu recursos do programa FastSites da Louisiana Economic Development.

Considerando essa expansão e outras melhorias realizadas no local, o investimento total associado à implantação da operação da Suzano deverá ultrapassar US$ 20 milhões ao longo do tempo, segundo as empresas. O projeto também tem previsão de aproximadamente 50 empregos em tempo integral.

Há uma distinção editorial importante nesse ponto.

Os mais de US$ 20 milhões não devem ser classificados automaticamente como CAPEX da Suzano. A divulgação atribui o valor ao conjunto de investimentos relacionados à implantação da operação no terminal, incluindo infraestrutura realizada pelo próprio Avondale e recursos ligados à expansão ferroviária.

Por que a conexão ferroviária importa

O Avondale Global Gateway está instalado no rio Mississippi e combina acesso marítimo, rodoviário e ferroviário.

O terminal informa ser atendido diretamente pela Union Pacific e estar a menos de uma milha de conexões com outras cinco grandes ferrovias Classe I e importantes rodovias.

Na operação da Suzano, a ferrovia deverá ter função central.

A companhia informou que o terminal e a Union Pacific trabalharam em conjunto para alinhar infraestrutura e capacidade de serviço antes do início da movimentação das cargas.

Em uma geografia continental como a dos Estados Unidos, isso amplia as possibilidades de distribuição da celulose para diferentes regiões sem depender exclusivamente de longos percursos rodoviários.

A gerente executiva de Operações da Suzano, Juliana Vizintim, resumiu a lógica ao afirmar que “uma cadeia de suprimentos eficiente e resiliente é essencial para o nosso negócio”.

Como funciona a cadeia da celulose brasileira

A rota divulgada para Avondale pode ser entendida em quatro etapas principais:

1. Produção no Brasil
A Suzano produz celulose de eucalipto em sua extensa plataforma industrial brasileira.

2. Transporte marítimo
A celulose seca é preparada em fardos e transportada por navios até terminais internacionais.

3. Entrada nos Estados Unidos
Avondale passa a funcionar como um dos hubs da Suzano na Costa do Golfo para recebimento e armazenagem dessas cargas.

4. Distribuição ferroviária
A partir da Louisiana, a celulose é encaminhada por ferrovia para diferentes clientes e destinos na América do Norte.

Essa operação deve ser analisada separadamente da cadeia industrial de papelcartão de Pine Bluff e Waynesville.

O que ainda não está comprovado

Até a conclusão desta apuração, não foi localizada informação oficial indicando que os fardos de celulose importados pelo terminal de Avondale sejam destinados diretamente às unidades de Pine Bluff ou Waynesville.

A comunicação da Suzano afirma que as cargas seguem para “destinos na América do Norte”, sem identificar as duas fábricas adquiridas como destinos específicos.

Por isso, seria incorreto representar a operação como uma cadeia linear:

Brasil → Avondale → Pine Bluff/Waynesville

O desenho documentado é mais amplo:

Brasil → Avondale → clientes e destinos norte-americanos

enquanto, paralelamente:

Pine Bluff + Waynesville → produção e conversão de papelcartão nos Estados Unidos.

A integração que pode ser afirmada é, portanto, estratégica e empresarial, não necessariamente uma integração física comprovada entre as cargas de Avondale e as duas unidades industriais.

Suzano nos Estados Unidos conecta fábricas americanas, porto e celulose brasileira

A integração dos ativos ainda é um processo em desenvolvimento

A aquisição de uma fábrica não encerra o processo de internacionalização. Ela inicia outra etapa: integração operacional, comercial, financeira e cultural.

Os próprios resultados da Suzano ajudam a demonstrar essa dinâmica.

No terceiro trimestre de 2025, aproximadamente um ano depois da aquisição, a companhia informou que a operação denominada Suzano Packaging US registrou seu primeiro EBITDA ajustado positivo, de R$ 43 milhões, contra resultado negativo de R$ 66 milhões no trimestre anterior.

Poucos meses depois, novos desafios apareceram.

No primeiro trimestre de 2026, os volumes vendidos pela Suzano Packaging nos Estados Unidos caíram aproximadamente 20% na comparação anual, segundo o release de resultados apresentado à SEC. A empresa atribuiu o movimento à menor demanda, redução de estoques ao longo da cadeia de conversores e impactos das tempestades de inverno no início do ano.

O período também registrou pressões sobre custos industriais associadas ao clima severo.

Esses dados adicionam uma dimensão importante ao caso: internacionalização industrial não é apenas aquisição e crescimento de capacidade.

Uma operação adquirida continua exposta a ciclos de demanda, disponibilidade dos equipamentos, manutenção, custos de insumos, clima, produtividade, relacionamento com clientes e curva de integração.

No segundo trimestre de 2026, considerando todas as operações da companhia, a Suzano vendeu 3,3 milhões de toneladas de celulose e papéis, sendo 2,9 milhões de toneladas de celulose e 406 mil toneladas de papéis.

M&A e CAPEX são movimentos diferentes

O caso também permite separar dois conceitos muitas vezes agrupados em análises de expansão internacional.

A entrada da Suzano em Pine Bluff e Waynesville ocorreu por M&A, com a aquisição de ativos industriais já existentes.

Já investimentos posteriores em manutenção, adaptação, modernização ou expansão dessas unidades podem constituir CAPEX.

Em Avondale, por sua vez, a Suzano não comprou o terminal: assinou um contrato de serviços logísticos de cinco anos. As obras ferroviárias e de armazenagem fazem parte da infraestrutura necessária para suportar essa operação.

A distinção é relevante porque cada modelo produz estruturas diferentes de risco, velocidade de entrada e necessidade de capital.

A aquisição permite assumir imediatamente uma operação instalada, enquanto uma planta greenfield exigiria etapas como seleção de local, engenharia, licenciamento, construção, contratação, comissionamento e ramp-up.

No caso da Suzano, o M&A trouxe também capacidade industrial existente e um acordo comercial de longo prazo com a antiga proprietária.

O que a estratégia da Suzano revela sobre internacionalização industrial

O conjunto de movimentos oferece alguns elementos relevantes para compreender processos de internacionalização industrial nos Estados Unidos — sem significar que o modelo possa ser replicado automaticamente por outras empresas.

M&A pode acelerar a entrada na manufatura local

A Suzano não precisou construir do zero sua primeira grande plataforma de papelcartão nos Estados Unidos.

Por meio da aquisição, incorporou capacidade produtiva, infraestrutura, equipes, produtos e relações comerciais existentes.

Esse modelo pode reduzir o tempo necessário para alcançar escala industrial, embora transfira para o comprador o desafio de integrar e melhorar ativos existentes.

A continuidade comercial pode fazer parte da estrutura da transação

O acordo de longo prazo firmado com a Pactiv Evergreen mostra que uma aquisição industrial pode incluir mais do que imóveis e equipamentos.

A manutenção da antiga proprietária como cliente relevante cria continuidade entre a estrutura anterior e a nova operação.

Produção local não elimina a vantagem industrial brasileira

Talvez o aspecto mais interessante da estratégia seja justamente a coexistência de dois modelos.

A Suzano passou a fabricar papelcartão nos Estados Unidos, aproveitando vantagens regionais como madeira, energia e infraestrutura.

Ao mesmo tempo, continua transportando celulose brasileira para o mercado norte-americano.

A internacionalização, portanto, não significa simplesmente substituir exportações pela produção americana.

Ela pode combinar competitividade brasileira em determinadas etapas da cadeia com produção local onde proximidade de mercado, matérias-primas regionais e infraestrutura tornam essa presença industrial mais adequada.

Logística passa a ser parte da arquitetura da expansão

Avondale mostra que a presença internacional de uma grande indústria não se resume à fábrica.

Portos, armazéns, terminais ferroviários, transportadores, rotas alternativas e capacidade de transbordo influenciam custo, disponibilidade e segurança de abastecimento.

Ao selecionar um terminal depois de dois anos de avaliação e exigir adaptações específicas na infraestrutura, a Suzano colocou a logística dentro da própria arquitetura de expansão norte-americana.

Duas cadeias, uma plataforma norte-americana

Pine Bluff, Waynesville e Avondale desempenham funções distintas.

Pine Bluff representa produção industrial.

Waynesville, conversão.

Avondale, importação, armazenagem e distribuição de celulose brasileira.

Não há evidência pública suficiente para afirmar que os três ativos componham uma única rota física de abastecimento. Existe, entretanto, uma conexão clara dentro da estratégia empresarial: todos ampliam a capacidade da Suzano de operar mais próxima do mercado norte-americano.

O caso demonstra uma forma mais complexa de internacionalização da indústria brasileira.

Em vez de depender exclusivamente da exportação ou de substituir completamente a produção doméstica por uma fábrica estrangeira, a companhia passou a operar simultaneamente com manufatura americana, infraestrutura logística nos Estados Unidos, relações comerciais locais e produção brasileira inserida na cadeia global.

É essa combinação — e não apenas a compra de duas fábricas — que torna a expansão da Suzano um caso relevante para acompanhar dentro da presença industrial brasileira nos Estados Unidos.


Suzano nos Estados Unidos — dados da operação

IndicadorInformação
EmpresaSuzano
SetorPapel, embalagens e celulose
Entrada industrial nos EUAOutubro de 2024
Pine BluffFábrica integrada de papelcartão
EstadoArkansas
WaynesvilleExtrusão e conversão
EstadoCarolina do Norte
Capacidade adicionadaAproximadamente 420 mil t/ano
Valor anunciado da aquisiçãoUS$ 110 milhões
Valor liquidado após ajustesAproximadamente US$ 80 milhões
Hub logísticoAvondale Global Gateway
EstadoLouisiana
Contrato com Avondale5 anos
Origem da celuloseBrasil
Distribuição a partir de AvondaleFerrovia para destinos na América do Norte
Armazém adaptadoAproximadamente 22,8 mil m²
Expansão ferroviáriaUS$ 13 milhões
Investimentos ligados à implantaçãoMais de US$ 20 milhões ao longo do tempo
Empregos previstos no projeto logísticoCerca de 50
Ferrovia com atendimento direto ao terminalUnion Pacific

A trajetória da Suzano nos Estados Unidos mostra uma internacionalização que deixou de depender exclusivamente das exportações. Hoje, a companhia combina manufatura americana, infraestrutura logística, relações comerciais locais e produção brasileira inserida em uma cadeia internacional de abastecimento.


Produção editorial: Equipe BVMI USA

Esta matéria foi desenvolvida pelo BVMI USA — Indústrias Brasileiras nos Estados Unidos, divisão editorial do BVMI especializada na cobertura de empresas brasileiras, investimentos e operações industriais no mercado americano.

Desde 1997, o BVMI produz conteúdo jornalístico sobre investimentos e desenvolvimento industrial. As informações foram apuradas com base em fontes oficiais, documentos públicos e referências identificadas na reportagem.

Conteúdo de caráter exclusivamente editorial.

Dados da matéria

Seção

Empresas Brasileiras nos EUA, Internacionalização industrial nos EUA, Investimentos e Projetos

Empresas mencionadas

Suzano S/A

Localização nos Estados Unidos

Avondale, Pine Bluff, Waynesville – Arkansas, Louisiana, North Carolina

Origem no Brasil

Suzano – SP

Setores

Embalagens, Logística, Papel e Celulose

Tipos de operação

Aquisição / M&A, Fábrica, Hub logístico, Manufatura

Tipo de conteúdo

Análise, Cadeia logística, Reportagem

Status da apuração

Apuração documental