CASA dos VENTOS confirma novo CONTRATO de R$ 1 BILHÃO com BRASKEM

CASA dos VENTOS confirma novo CONTRATO de R$ 1 BILHÃO com BRASKEM

Atualmente todos os INVESTIMENTOS realizados pela COMPANHIA já somam R$ 6 BILHÕES

O BVMI confirmou que a Braskem concluiu suas negociações para o fechamento do contrato de compra de energia com a Casa dos Ventos, uma das maiores investidoras na fonte eólica do país.

A nova contratação supera o valor de R$ 1 bilhão, com prazo de 20 anos e vai viabilizar a construção de um novo parque em Rio do Vento, complexo eólico com capacidade instalada total de 504 megawatts (MW) que está sendo desenvolvido pela Casa dos Ventos no Rio Grande do Norte.

Esse é o maior dos quatro contratos de aquisição de energia renovável de longo prazo assinados pela petroquímica desde 2018.

Clientes que fazem uso do Projeto OObi, estão fechando dezenas de novos negócios em meio a centenas de investimentos que estão acontecendo no setor de energia desde 2018, com uma metodologia exclusiva de antecipação das oportunidades com um formato exclusivo de prospecção industrial.

A Casa dos ventos vem fechando diversos contratos milionários, que são validados e acompanhados em tempo real pela equipe do BVMI Premium e também do BVMI Open.

São clientes atuais do empreendimento empresas como Anglo American, Vulcabrás, Tivit e grupo Moura, clientes do Projeto OObi estão faturando milhões em projetos de todas essas companhias – CASA DOS VENTOS fecha contrato de R$ 150 MILHÕES com VULCABRAS – A previsão é de que as obras do projeto sejam concluídas ainda em 2021.

A Braskem não revela a quantidade de energia adquirida com a Casa dos Ventos, mas diz que, com o acordo, ultrapassa a marca de 100 MW médios contratados das fontes eólica e solar, esta informação está sendo validada pela equipe do Projeto OObi e disponibilizada a seus clientes ativos.

De acordo com Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem “Nos posicionamos com um volume importante de energia renovável que atenderá a companhia e toda a cadeia petroquímica. Isso reforça a meta de reduzirmos em 15% nossas emissões até 2030 e de nos tornamos uma empresa carbono neutro até 2050”.

Além do objetivo de reduzir suas emissões, a companhia busca também contribuir para a expansão da geração renovável no país, viabilizando novas usinas das empresas parceiras.

Nos últimos três anos, firmou acordos com as francesas Voltalia e EDF Renewable e com a Canadian Solar, fora o contrato mais recente da Casa dos Ventos.

A estratégia da petroquímica é diminuir o risco de seu portfólio contratando energia de fontes complementares e de empreendimentos localizados em diferentes regiões.

Com os quatro acordos, a Braskem calcula que evitará a emissão de cerca de 1,5 milhão de toneladas de CO2.

Além dos contratos corporativos de energia elétrica (PPAs), outras alternativas estão no radar da companhia, como a compra de certificados de energia renovável, os I-RECs.

Para seus processos térmicos, a petroquímica avalia “limpar” emissões a partir da eletrificação e uso de novos energéticos no médio e longo prazo, como biomassa e biogás.

Já para a Casa dos Ventos, o novo acordo conclui a contratação das oito sociedades de propósito específico (SPEs) que formam o complexo Rio do Vento, que inicia com 504 MW e já tem expansão planejada para uma segunda fase.

Segundo Lucas Araripe, diretor de novos negócios da Casa dos Ventos,“Buscamos ser uma catalisadora para empresas que desejam fazer a transição para uma matriz mais sustentável e também ganhar competitividade nas operações com redução de custos. As parcerias firmadas atestam esse modelo que entendemos ser bem competitivo e que atende ao anseio da ‘agenda verde’”.

A desenvolvedora de projetos eólicos é uma das principais do setor elétrico a apostar no modelo de autoprodução.

Além da compra e venda de energia, o contrato oferecido prevê que o consumidor pode se tornar sócio da usina quando ela estiver concluída.

Com isso, o consumidor consegue se tornar um “autoprodutor”, ganhando uma série de benefícios – um deles é a isenção do pagamento de encargos setoriais, que têm peso relevante no preço final da energia.

Com a primeira fase de Rio do Vento bem encaminhada, a Casa dos Ventos passa a se concentrar nos futuros acordos para o “pipeline” em desenvolvimento.

Na segunda fase do complexo potiguar, serão mais 534 MW, elevando a capacidade instalada total para 1,0 GW – quando concluído, será um dos maiores empreendimentos eólicos do mundo.

Além disso, a Casa dos Ventos tem em carteira um projeto de 360 MW na Bahia. A companhia já comprou as máquinas da dinamarquesa Vestas para ambos os projetos e busca agora firmar os contratos corporativos de longo prazo.

A expectativa é de que os empreendimentos entrem em operação entre 2022 e primeiro semestre de 2023.

Totalizando, todas as usinas em desenvolvimento pela Casa dos Ventos já superam os R$ 6 bilhões em investimentos.

Para fazer frente à ampliação do seu portfólio, a companhia está reforçando as operações de sua comercializadora de energia, que começou a operar de forma mais ativa no início deste ano.

A ideia é que a comercializadora ajude na prospecção dos clientes para futuros projetos, faça a gestão do portfólio da Casa dos Ventos e também atue com “trading” de energia.

“Antes vendíamos mais no mercado regulado, então não tínhamos muito essa preocupação. Vamos alavancar os PPAs e melhorar a gestão do portfólio”, afirma Araripe.

Fonte: BVMI – Letícia Fucuchima

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