Até JUNHO receita do SETOR superou R$ 118 BILHÕES
O BVMI confirmou que as operadoras de telecomunicações já investiram R$ 14,1 bilhões no Brasil, em valores nominais, no primeiro semestre de 2020.
O volume representa uma queda de 6% em relação a igual período de 2019, mas revela também que houve um aumento de 4,34% comparado ao primeiro trimestre do ano.
Os dados levam em consideração os investimentos da Telefônica Brasil, dona da Vivo, TIM Brasil, Claro, Oi, Algar Telecom e Sercomtel, e fazem parte de levantamento do SindiTelebrasil, que representa as companhias.
Para Marcos Ferrari, presidente-executivo do SindiTelebrasil, o crescimento do valor no segundo trimestre indica que os investimentos do setor foram mais resilientes do que o total da economia.
Com a pandemia, os índices econômicos do setor caíram e o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre recuou 9,3%.
Mas as operadoras precisaram reforçar suas redes e melhorar a cobertura e qualidade dos serviços, já que trabalhadores e estudantes ficaram em isolamento, o que elevou em até 50% o tráfego na internet.
“Do ponto de vista econômico, os investimentos aumentaram, não perderam tração”, diz Ferrari. “O que importa é o dado conjuntural.”
Na somatória dos 12 meses terminados em junho, os investimentos alcançaram R$ 32,1 bilhões.
Para o fechamento de 2020, a cifra pode chegar a cerca de R$ 30 bilhões, equivalente a 2019 e em linha com a média dos últimos cinco anos, prevê Ferrari, ao destacar que, historicamente, o maior volume de aportes se concentra no último trimestre.
“Nosso ciclo de investimentos é curto, a tecnologia muda a cada quatro ou cinco anos, diz o executivo. “Chegamos com 4G a quase 5 mil municípios, 97,5% da população. Os investimentos permitem manter a produtividade da economia e a transformação digital depende do nosso setor.”
A receita bruta do setor foi de R$ 118,4 bilhões nos seis primeiros meses do ano, permanecendo praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram apurados R$ 119,6 bilhões.
Desde 2014, quando atingiu R$ 240 bilhões, a receita começou a declinar, sob efeito do processo natural da competição por preço, com leve evolução nos últimos dois anos.
Em 2019, somou R$ 244 bilhões. Ferrari destaca também que o impacto decorrente de tratamento não isonômico tributário, que leva a uma concorrência desigual para produtos semelhantes.
Ele se refere, por exemplo, às empresas conhecidas como “over-the-top” (OTTs), como Facebook, Netflix e Google, que prestam seus serviços de conteúdo sobre as redes das operadoras.
Os desafios para a retomada da economia e o papel fundamental das telecomunicações nesse processo serão debatidos no Painel Telebrasil 2020, hoje, a partir das 9h, com transmissão ao vivo pelo site da organização.
“Precisamos de medidas que tornem o acesso à banda larga para toda a população, e um dos entraves mais graves é a elevada carga tributária no setor, de 46,7% sobre os serviços, enquanto em 15 países onde mais se acessa a banda larga o imposto médio é de 10%”, disse.
Desde a privatização, em 1998, o setor investiu mais de R$ 1 trilhão em valores atualizados e incluindo o pagamento de outorgas. Hoje são 306 milhões de acessos, entre os serviços de internet, telefonia móvel e fixa, e TV por assinatura.
Fonte: BVMI – Ivone Santana
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