R$ 2,3 Bilhões em Greenfield de Extração de Petróleo

Companhia Investe R$ 2,3 Bilhões em Greenfield de Extração de Petróleo

No dinâmico cenário da indústria de extração de petróleo, o Brasil se destaca como um ator-chave, impulsionado pela crescente demanda global por energia e recursos naturais.

Neste contexto, a equipe do InduXdata Field teve a oportunidade de visitar uma área industrial estratégica que em breve abrigará um grandioso projeto greenfield de extração de petróleo.

O investimento nesse empreendimento alcança a impressionante marca de R$ 2,3 Bilhões, sinalizando o compromisso de uma renomada companhia com o setor energético brasileiro.

Nos bastidores dessa iniciativa, conversamos com líderes da empresa para compreender os detalhes técnicos, as inovações tecnológicas e as demandas industriais que impulsionarão esse projeto ao sucesso.

Este é um mergulho profundo no universo da extração de petróleo no Brasil, abordando desde a expansão da capacidade de produção até a importância da Indústria 4.0 e da sustentabilidade ambiental (ESG).

Além disso, destacaremos o papel fundamental da InduXdata em fornecer insights e dados estratégicos para seus clientes ativos, que desejam ingressar nesse setor em crescimento, fechando contratos milionários no setor, aplicando um modelo de prospecção e vendas industriais exclusivo.


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Projeto para extração de petróleo

Na manhã desta segunda-feira (11/09/23), a equipe InduXdata Field visitou a área industrial que vai receber um projeto greenfield de uma nova unidade de extração de petróleo no mercado brasileiro.

Em seguida, nos reunimos com o Diretor Presidente do Grupo Industrial, que confirmou o novo projeto para a construção de complexo para extração de petróleo.

De acordo com ele, com essa iniciativa, o Brasil ganha mais segurança energética e independência frente à volatilidade das commodities e do dólar.

O Grupo já possui em operação um parque termelétrico com capacidade de geração de energia superior a 500 MW, com a composição de várias usinas termelétricas flexíveis a gás (gas to wire), colocadas em atividade no decorrer deste ano de 2023.

Conversamos também com o Diretor de Operações da Companhia, que vai coordenar todas as etapas do processo construtivo do greenfield de extração de petróleo;

Segundo ele, o novo projeto industrial é extremamente flexível, vai aplicar diversas tecnologias de ponta nas turbinas aeroderivadas que podem ser acionadas rapidamente e lançar na rede nacional energia elétrica que pode ser gerada por diversos meios.

Ele terá o apoio do Diretor Técnico da Companhia, que foi recentemente contratado pelo grupo e possui mais de 20 anos de experiência na indústria de óleo e gás e atuou em diversos projetos do setor.


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Investimento Industrial e Demandas do Projeto

Validamos que o investimento inicial será de R$ 1,8 Bilhão, mas este é apenas a primeira etapa para o projeto de extração de petróleo, pois a empresa planeja aumentar sua capacidade de produção com a adição de R$ 2,3 Bilhões até 2026, quando o greenfield estará totalmente operacional.

Sob a perspectiva do Diretor de Operações da Companhia, as demandas industriais para a conclusão deste gigantesco projeto de extração de petróleo são verdadeiramente abrangentes e críticas para o seu sucesso.

A companhia precisará de uma infraestrutura de primeira linha, incluindo instalações de alta capacidade para o armazenamento e processamento do petróleo bruto.

Além disso, serão necessários equipamentos industriais de última geração, como turbinas aeroderivadas altamente eficientes para a geração de energia elétrica, bem como máquinas específicas para complexos industriais de extração de petróleo.

A automação e robotização desempenharão um papel estratégico na otimização dos processos de extração e produção.

A engenharia será um aspecto fundamental, abrangendo desde o planejamento inicial até a construção e montagem industrial, garantindo a qualidade e a segurança de todas as operações.

Além disso, serviços especializados, como estruturas metálicas pesadas para a construção civil, também serão essenciais para a concretização deste empreendimento.

Essas demandas industriais refletem a magnitude e a complexidade do projeto, exigindo um planejamento meticuloso e a colaboração de uma ampla gama de especialistas e fornecedores do setor.

Mercado de extração de petróleo

A equipe do BVMI vem confirmando que a alta do petróleo está promovendo uma corrida à extração do produto Injeção de investimentos privados, e estão sendo validados centenas de novos projetos industriais, com diversos novos investimentos diretos.

A alta do preço do barril de petróleo no mercado internacional está mobilizando uma grande quantidade de empresas interessadas em investir na extração do produto já nos próximos anos.

O valor do Brent, o tipo de petróleo cru usado como referência na cotação do preço global, teve um forte movimento de alta desde o início da ofensiva russa contra a Ucrânia, mas não há nada indicando que o fim da guerra, quando ocorrer, significará também o recuo do valor do barril.

A partir de abril do ano passado, foram necessários apenas três dias de conflito para que a cotação rompesse o patamar dos US$ 100, no dia 28 de fevereiro, e, desde então, manteve-se na casa dos três dígitos, alcançando o pico de US$ 139,13 no dia 7 de março.

No último dia 23, o preço da commodity fechou o dia a US$ 121,44 o barril, alta de 5,16% em relação ao dia anterior. No acumulado de um mês, entre os dias 23 de fevereiro e 23 de março, a variação do preço foi de 25,4%.

A questão é que essa instabilidade dos preços tem menos a ver com diplomacias estremecidas na região da Eurásia por causa da Otan ou dos movimentos separatistas em solo ucraniano do que com as razões comerciais.

O detalhe é puramente econômico: a oferta e a demanda do petróleo estão em desacerto desde o início da pandemia, ainda nos primeiros meses de 2020.

Os lockdowns fizeram suspender temporariamente a extração do produto e ainda desgastaram potenciais projetos de investimentos para o setor petrolífero.

Por isso, a realidade do setor hoje é de um desejo global impactado por uma interrupção em todos os países produtores, resultando numa forte pressão sobre o preço.

Por esse motivo já havia projeções no ano passado que indicavam que o petróleo atingiria os US$ 100 neste ano, ainda que sem um cenário iminente de guerra.

E é também essa razão que faz com que os projetos interrompidos há dois anos agora ganhem força diante de uma demanda que paga por um valor 40% mais alto do que no ano passado.

Para piorar, não se percebe um interesse de fato dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) numa retomada imediata da produção nos mesmos níveis do pré-pandemia.

Essa indisposição de intensificar a produção para alcançar os níveis da demanda levanta suspeitas, para não dizer convicções, entre as demais nações de que a estratégia é reter os níveis de produção abaixo da necessidade mundial para manter o produto valorizado.

Se há algo que pode aliviar o panorama momentâneo é o capital privado, que enxerga com bons olhos a injeção de investimentos para intensificar a extração da commodity.

Além disso, é urgente pensar na ideia de privatização da Petrobras ou de ao menos parte de suas operações, de modo a deixar o mercado interno menos dependente de sua política de preços.


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Novos Projetos Privados na Exploração de Petróleo

O BVMI vem validando centenas de estudos de viabilidade para projetos do setor, fica claro que para sustentar o atual nível de produção de petróleo e gás natural no país.

Para isto é fundamental elevar o investimento na exploração de novas áreas para repor e mesmo ampliar as reservas da commodity, para atender às necessidades do país.

Essa também é a avaliação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que enxerga declínio significativo da produção de hidrocarbonetos no Brasil antes de 2030, considerando o atual nível de reservas provadas.

Na semana passada, a ANP apresentou um balanço da exploração de petróleo no país em 2022.

Exploração é a atividade que avalia a eventual existência de petróleo ou gás natural em jazidas.

Nesta etapa, petroleiras contratam equipamentos específicos para perfurar poços em busca de novos reservatórios.

No documento, Claudio Jorge de Souza, diretor da ANP, diz que é urgente vencer os obstáculos que ainda impedem a exploração em novas fronteiras, como as da Margem Equatorial.

É imperioso dar atenção ao elevado potencial existente nas bacias de nova fronteira, seja em mar ou em terra”, disse.

A agência salienta o “baixo desempenho” da área de exploração, especialmente nos últimos três anos.

Segundo a ANP, 2022 foi o terceiro ano seguido sem a conclusão, pelas petroleiras, de análises e estudos para confirmar a existência de hidrocarbonetos, como levantamentos sísmicos 2D e 3D.

Tal fato, ainda que indesejável, não significa que não possam ter sido iniciadas campanhas em 2022, mas que nenhuma campanha foi concluída nesse ano”, ressalta a ANP.

É com os resultados dos estudos que se declara a comercialidade.

A ANP registrava 295 blocos de petróleo e gás natural sob contrato no país no fim de 2022, somando mais de 186 mil quilômetros quadrados (km2) de bacias.

Do total, 138 são localizados em bacias marítimas, 55% da área contratada, e 157 estão situados em bacias terrestres (45% do total).

Dos 295 blocos contratados, 246 estão ativos e 49 com operações suspensas, sendo 20 deles localizados na Margem Equatorial, de acordo com o levantamento da ANP.

Em grande maioria, a suspensão devia-se ao atraso no processo de licenciamento ambiental”, destaca o estudo da agência.

O especialista no setor, Marcus D’Elia, da Leggio Consultoria, afirma que o principal ponto é que os investimentos para os próximos cinco anos garantam que o país alcance o nível máximo de produção dos 5 milhões de barris por dia em 2030.

Hoje em dia, o patamar está em torno de 4 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia.

Nos últimos anos, os investimentos desaceleraram como efeito da pandemia, já que não tínhamos uma previsão clara de quanto ficaria o valor do barril de petróleo. Agora, acreditamos que o barril fique em torno de US$ 60 a US$ 80 pelos próximos oito anos. Mas hoje algumas outras forças de mercado se colocam na equação, como a transição energética, que se torna uma nova variável na avaliação de projetos.

Para D’Elia, o Brasil tem vantagens competitivas neste momento, por oferecer boas condições de investimentos em cenário de transição energética.

A ANP registrou também assinatura, no ano passado, de 63 contratos, todos no regime de concessão, sendo 58 relativos ao terceiro ciclo de oferta permanente e cinco da 17ª rodada de licitação de blocos. É o maior número desde 2017.

O ponto de vista e os números da ANP foram divulgados em meio a um debate sobre a exploração de novas reservas de petróleo na Margem Equatorial brasileira, no momento em que projetos de descarbonização ganham corpo no país e no mundo, num esforço para cumprimento de metas para reduzir emissões de gases de efeito estufa.

A Petrobras tenta obter licenciamento ambiental no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a perfuração de um poço localizado na Bacia da Foz do Amazonas, no Amapá.

Depois de ter a licença negada pelo Ibama, a empresa enviou novo ofício sobre o tema ao órgão há duas semanas, após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir, no início de julho, não ser necessária a apresentação de uma Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS) para explorar áreas que foram leiloadas.


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Vantagens Exclusivas para Clientes InduXdata

Ser um cliente InduXdata é muito mais do que apenas receber informações, é ter acesso a um arsenal de dados estratégicos que podem fazer toda a diferença no mercado altamente competitivo do setor de extração de petróleo.

Com acesso a informações detalhadas sobre os projetos industriais, tendências de mercado, demanda por produtos específicos e oportunidades de parcerias, os clientes InduXdata estão um passo à frente da concorrência.

Isso significa que eles podem prospectar e fechar negócios de forma mais eficaz e ágil, aproveitando as informações em tempo real para tomar decisões informadas.

Além disso, a parceria com a CityCorp Corporate Solutions adiciona um valor incomparável, fornecendo insights baseados em décadas de experiência em vendas industriais no Brasil.

Ser um cliente exclusivo InduXdata é ter acesso ao conhecimento e à expertise necessários para alcançar o sucesso no mercado de energia e de extração de petróleo.

Fonte – Equipe InduXdata Field/Br

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